Dia de Finados em Aracaju é marcado por homenagens e celebrações de missas
Cemitério São benedito em Aracaju recebe visitas no Dia de Finados. Anderson Barbosa/ TV Sergipe Familiares e amigos visitam os cemitérios de Aracaju nesta s...
Cemitério São benedito em Aracaju recebe visitas no Dia de Finados. Anderson Barbosa/ TV Sergipe Familiares e amigos visitam os cemitérios de Aracaju nesta segunda-feira (2), Dia de Finados, para homenagear entes queridos. Orações, flores e velas são dedicadas à memória daqueles que já morreram. Segundo o padre Flávio Roberto, da Paróquia Santa Rita de Cássia, a data é vista pela Igreja Católica como um dia santo. “É um dia para homenagear os que já se foram não apenas com saudade, mas lembrar que a vida continua após a morte”, declarou. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp A Arquidiocese de Aracaju montou uma programação de missas realizada em diferentes cemitérios da capital durante o dia. A tradição de homenagear quem já partiu também faz parte da rotina de quem trabalha com a venda de flores. Em meio à movimentação intensa de clientes nos cemitérios, esses trabalhadores encontram um momento para deixar o trabalho de lado e prestar suas próprias homenagens aos familiares e amigos que já se foram. A comerciante Suzan Kelly de Barros vende flores há 10 anos. No Dia de Finados, ela monta uma barraca em frente ao Cemitério da Cruz Vermelha, no Bairro Getúlio Vargas, na Zona Oeste de Aracaju. São cerca de 70 arranjos. Quando acabam, ela vai levar flores aos seus familiares que também estão sepultados neste cemitério. “As pessoas vêm homenagear seus parentes e depois é a hora dos meus. Hoje é um dia de muita saudade para todos, seja para quem vem comprar ou para quem tá vendendo como eu”, disse. Por outro lado, há quem prefira deixar as homenagens para outro dia. O comerciante Laelson Santos hoje se dedica apenas ao trabalho e escolhe outro momento para levar flores aos túmulos de seus familiares. “São 39 anos vendendo flores, há 11 estou aqui nesse cemitério. Além de priorizar as vendas, eu priorizo os outros que hoje têm mais tempo para homenagear seus parentes. A morte deixa uma saudade que não cura com os anos. Essa é uma forma de amenizar um pouco dessa dor”, falou. Por trás de cada flor vendida, existem histórias, lembranças e sentimentos. No Dia de Finados, quem trabalha para manter viva a tradição de homenagear também entende que é o momento de recordar os seus próprios familiares. Agora no g1 Missa de Finados no Cemitério São Benetido em Aracaju. Anderson Barbosa/ TV Sergipe Cemitério São João Batista no Dia de Finados em Aracaju. Cleverton Macedo/ TV Sergipe